ANTECEDENTES

Motivos botânicos, ecológicos e de silvicultura levaram o Sr. Schmidt a desenvolver seus estudos. Ao longo do tempo ele conseguiu resolver problemas relacionados principalmente ao total desconhecimento dos  nomes científicos das plantas, o que originava certas dúvidas e inconveniências, tanto no mercado de madeira local como no internacional.

Seu primeiro passo foi montar uma xiloteca, agora com 220 lenhos, para iniciar a identificação das madeiras. Também investiu na sua biblioteca particular, que é especializada em livros e artigos de Botânica e Área Ambiental.
 
 

OBJETIVOS

Basicamente, os estudos que o Sr. Schmidt desenvolve têm a finalidade de complementar pesquisas sobre qualidade e possibilidades de utilização de madeiras. Para isso foram plantados vários experimentos em diferentes talhões, verificando o crescimento adequado para o corte, o espaçamento necessário para o melhor desenvolvimento de cada espécie, entre outros aspectos.

Experimentação de cultivo de plantas madeireiras, que vão além das tradicionais pinus e eucaliptos, justificam-se a medida que aumentam as alternativas de exploração comercial de outras espécies.
 
 

PROCEDIMENTOS

Cada espécie exige um procedimento diferenciado. As sementes, por exemplo,  têm características específicas, como tempo e quebra de dormência. Mesmo sendo da mesma espécie, sementes de procedências diferentes podem não ter o mesmo tipo de desenvolvimento.

Após a plântula atingir o tamanho adequado na sementeira, a muda é transplantada para um recipiente individual. Aguardando aí o tempo necessário para que cresça e possa ser plantada em local definitivo.